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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Conheça o Razr MAXX


Em 2012, a Motorola apresentou uns Androids simples, um com TV digital e um estranhocelular que conversa com o Google, mas não usa o sistema da empresa. Nenhum grande anúncio, nenhum smartphone arrasa-quarteirão com processador quad-core e tela de alta definição. Pode ser que esse apareça até o fim do ano, mas até o momento o grande Motorola de 2012 é o Razr MAXX (XT910).
Não nos entenda mal: é um senhor aparelho e tem a bateria mais durável que você encontrará por aí. Mas fora esse e alguns detalhes, é o mesmo Razr do ano passado, aquele fininho que cortava postes e outros objetos na propaganda. A “engorda” valeu a pena? Por R$ 1.500, compensa? Descubra em nosso review.

Hardware

O Razr MAXX deve satisfazer aqueles que reclamam do excesso de plástico da linha Galaxy, da Samsung. Ele tem um ou outro pedaço de plástico (duro e de boa qualidade), mas é dominado por vidro reforçado na frente e acabamento em Kevlar na traseira. É um mini-tanque que toca música, acessa a Internet e faz ligações no seu bolso. A única coisa que destoa desse conjunto é a portinhola para o micro SIM e SD card. Ela não abre do nada, mas parece meio frouxa. Talvez seja apenas sensação; se for esse o caso, é das ruins, pois parece que vai quebrar a qualquer momento.
Portinhola maldita.
A portinhola é o único e limitado acesso às entranhas do smartphone. Não há tampa traseira, a bateria é selada. Nas bordas, pouca coisa também. Do lado direito, os botões de volume e o de (des)ligar/(des)travar a tela, esse último meio duro e ruim de apertar, algo que irrita pois é a única forma de “acordar” o aparelho e quase sempre exige uma boa mira e pressão do usuário para funcionar. Em cima, a saída de som no padrão 3,5 mm e os conectores microUSB e micro HDMI (mais sobre esse depois). O Razr MAXX ainda conta com a fileira de botões táteis inferior característica da Motorola, câmeras frontal e traseira e os sensores de praxe. Na caixa, fones de ouvido, cabo USB, carregador de parede e cabo HDMI.
Portas na parte superior.
Botões da discórdia.
O MAXX do nome se refere à autonomia da bateria que quase dobrou em relação ao Razr original: de 1780 mAh, a do novo modelo foi a 3300 mAh. Mas não há nenhuma tecnologia nova revolucionária aqui, foi um aumento bruto. A Motorola “engordou” o Razr para fazer caber mais células de lítio dentro do seu corpo. Como resultado, ele é 1,9 mm mais grosso e 18 gramas mais pesado que o anterior.
Senti um pouco de incômodo com o tamanho e o peso do Razr MAXX, talvez pelo costume com os surpreendentemente leves Galaxies S. Apesar da tela de 4,3″, ele tem muitas “sobras” na parte frontal, bordas grossas ao redor da tela. É mais difícil alcançar o canto superior esquerdo com apenas uma mão, um problema que infelizmente é quase unânime atualmente nos Androids topo de linha. Já o peso extra não é de todo ruim. Com ele, o “calombo” da câmera está menos destacado, o que torna o ponto de equilíbrio do aparelho na mão melhor do que no primeiro Razr, onde a todo momento parecia que ele ia cair para frente. O aumento na espessura foi sutil e, mesmo com ele, o Razr MAXX ainda se apresenta e passa a sensação de ser um celular fino.
Fino pero no mucho.
De resto, Razr e Razr MAXX são idênticos: mesmo processador, mesma GPU, mesmas quantidades de memória, mesma câmera. Isso não chega a ser um problema porque, sejamos francos, ainda hoje a leva de Androids topo de linha do ano passado faz bonito e, no uso diário, ele não fica devendo em desempenho. O que pesa aqui, talvez, é a percepção — Samsung e HTC já têm modelos ainda maismonstruosos à venda. Se você não liga para essas comparações, o hardware levemente defasado, mas ainda muito competente do Razr MAXX não deverá ser problema.
Em resumo, o Razr MAXX é um aparelho bonito e com traços diferentes de outros Androids. Meio grande para a sua tela (4,3″) e pesado, mas rapidinho, com uma bateria incomparável e quase atualizado — por algumas semanas ele não saiu de fábrica com a última versão do Android…

Câmera

A câmera do RAZR MAXX.
Uma das maiores surpresas do Razr do ano passado foi sua câmera. Foi a primeira vez que a Motorola acertou neste quesito. Ela era capaz de fazer fotos que não ficam com aquele jeitão de celular — embora tecnicamente sejam de celular, mas… ah, você entendeu.
No Razr MAXX a fórmula foi mantida. Arrisco dizer que a mesma câmera foi mantida, o que é… bem, é “bom”. Poderia ser melhor, afinal o tempo passa, as coisas evoluem e, nesse sentido, a concorrência já deu passos significativos adiante, mas poderia ser pior, poderia rolar um retrocesso aqui.
Por “bom” o que quero dizer é que o Razr MAXX chega no limite daquele benchmark padrão e não muito científico sobre tirar fotos dentro e fora de casa. Ao ar livre, com muito Sol para ajudar, as fotos saem legais. Mas se pintar uma ou outra nuvem no céu, ou se você depender de iluminação artificial, aí a coisa complica. Aparece bastante ruído nas imagens e cores e balanço de branco saem um pouquinho esquisitos. Veja por si mesmo (as imagens não receberam tratamento algum):
Na hora de fazer vídeos, o Razr MAXX grava em 1080p a 24 fps e se sai bem. O foco automático, porém, não é dos mais rápidos e às vezes falha geral, o que pode prejudicar a gravação de eventos mais ágeis.

Ice Cream Sandwich quase puro

Lockscreen, app drawer e about.
Além da câmera, outro aspecto do aparelho que destoa do passado da Motorola é o sabor de Android que vem instalado de fábrica. Não é o mais recente, mas é o Ice Cream Sandwich. O melhor: quase sem modificações, como já vimos neste comparativo de skins.
Não dá para saber se tem dedo do Google aqui ou se quem decide o que fazer com o Android na Motorola foi iluminado e optou pela sensatez, mas o Android 4.0.4 do Razr MAXX é bem bom. A Motorola respeitou bastante o tema Holo, padrão do ICS, e fez apenas pequenas intervenções na interface. As mais visíveis estão nos apps Galeria e Música, que foram substituídos por uma versão integrada ao MotoCast, um serviço da empresa que permite o trânsito livre via Internet de fotos entre o smartphone e um computador ligado e pré-configurado. Funciona e talvez valha pela praticidade, mas não é nada de outro mundo, ou que o Dropbox e tantas outras soluções não resolvam.
Mais interessante, porém, são as Smart Actions, que já existiam no Razr original e receberam um trato aqui — o mais legal deles, sugestões de Smart Actions que pintam vez ou outra na área de notificações. Com esse recurso, o usuário define ações que são desencadeadas automaticamente quando algum evento, também definido por ele, ocorre. Exemplo? “Desligue todas as conexões de dados entre 20h e 8h quando eu estiver na minha casa.” Essa eu que fiz, e simplesmente funciona. Dá para fazer miséria com as Smart Actions, o sistema é bastante flexível.
Smart actions, homescreen e bateria.
De resto, a Motorola mexeu em alguns menus, trocou uns ícones, instalou alguns apps por conta própria e uns widgets diferentes (e bem úteis na falta dos controles de recursos na área de notificação, coisas como (des)ativar GPS, Wi-Fi, 3G etc). Faltou um esforço no quesito personalização; o ICS ficou muito mal passado em algumas áreas. Não dá para escolher, por exemplo, quantas homescreens usar, são cinco e acabou. Quem diria que, um dia, estaríamos reclamando da falta de interferências da Motorola em um Android…

Desempenho e **BATERIA**

Todo o marketing do aparelho recai em sua bateria animal e não poderia ser diferente. A experiência de usar um Android, ou melhor, um smartphone topo de linha com uma bateria tão poderosa é, no mínimo, diferente.
Em vez de judiar do aparelho durante um dia inteiro como costumamos fazer em testes de smartphones, preferi seguir a via do “usuário padrão”. Coloquei meu SIM card no Razr MAXX, configurei a Conta Google e redes sociais, instalei os apps que uso e… bem, passei a usá-lo como uso o meu smartphone pessoal, que costumo carregar em média a cada um dia e meio. Não foi exatamente igual porque, vocês sabem: celular novo não para no bolso, está sempre na mão para ver um detalhe aqui, testar um joguinho ali, experimentar o que ele tem a oferecer, mostrar para os curiosos… enfim, analisá-lo (é para isso que nos mandam, né?).
Foram três dias e meio antes que ele pedisse água, digo, energia. Três. Dias. E. Meio. Mais do que o campeão de autonomia anterior, o Huawei Honor, e muito mais do que qualquer outro smartphone que já tenha passado por aqui. O tempo que a bateria aguenta longe da tomada é notável e sem igual no momento.
O melhor disso tudo é que o Razr MAXX não pede concessões, não compromete outras áreas em troca dessa bateria monstra. Se o Honor deixa de lado a qualidade de construção e o desempenho, o da Motorola não fica devendo em nenhum aspecto. É um smartphone topo de linha E com uma bateria arrasadora.
E por falar em desempenho, quem já viu o Razr sabe do que o Razr MAXX é capaz: como já dito, são os mesmos componentes internos. Uma leve melhora é percebida em áreas mais voláteis, como navegação web, mas aí os méritos são todos das otimizações do Ice Cream Sandwich. Testamos os seguintes jogos: Ultimate Spider-Man: Total Mayhem, Need For Speed Hot Pursuit (esses vêm com demonstrações gratuitas pré-instaladas), Cytus, Dead Trigger e Amazing Alex, e todos rodaram numa boa e, ao sair de cada um deles, o sistema não sofreu com lentidões ou travadas. Ele pode não ter quatro cabeças ali, mas as duas que existem não o deixam na mão.

Áudio, vídeo e conexão com a TV

Fones de ouvido simples.
A Motorola foi meio muquirana na escolha dos fones de ouvido. Eles são bem simples, não são do tipo intra-auriculares e… bem, e só. Por outro lado, as configurações de áudio do Android possuem alguns efeitos pré-configurados que dão um gás no som de todo o sistema — então mesmo apps diferentes do player de música nativo, como os Rdio e Spotify da vida, acabam se beneficiando. Mas não espere qualidade soberba; há um ganho em graves e profundidade perceptível, mas ainda assim bem longe de algo que possa ser considerado bom.
Quando o assunto é vídeo, o Razr reproduz MP4 e alguns outros formatos populares, inclusive em alta definição — tascamos um em 1080p e rodou liso. Só não apele para formatos mais “anárquicos”, como Matroska, ou espere que legendas funcionem por padrão, pois irá se decepcionar. O mais estranho é que o aparelho não tem um app de vídeo dedicado; eles são exibidos na Galeria, junto com fotos.
Por fim, a conexão à TV via cabo HDMI. Motorola, você economizou mandando fones de ouvido chinfrins para poder incluir esse cabo bonitão HDMI na caixa? Se sim, a gente te perdoa.
Uia, Android na TV!
O Razr MAXX, diferente da versão anterior, não vem com o webtop, aquela caixinha esquisita para ligar o aparelho à TV. Ele traz um cabo HDMI, com uma ponta normal e outra micro HDMI. Ao ser conectado à TV, mais novidades: nada do Firefox pesado ou (só) a interface para celular do Razr clássico. Aproveitando a unificação das interfaces de smartphone e tablet do ICS, ao ligá-lo à TV e escolher o modo webtop o Android se transforma na versão para tablets e escala a resolução para 720p (mesmo se a TV, como era o nosso caso, for 1080p). Outra curiosidade é que, escolhendo a galeria ou modo espelho, onde a interface de celular permanece ativa, a homescreen e a lockscreen passam a girar com o acelerômetro e ficam na horizontal; sem o cabo HDMI, isso não acontece.
É uma solução prática, mas ainda longe de aposentar seu notebook ou desktop. Nem como HTPC, se pensarmos que ele não chega à resolução máxima da TV e que há vários entraves no gerenciamento (a tela do celular precisa estar sempre ligada e o cabo dá adeus à praticidade dos controles remotos) e em recursos (pouco espaço interno, app padrão para ver vídeos bem limitado). No fim das contas, é um quebra-galho curioso e uma frescurinha bacana de se mostrar para os amigos.
Bátima, é você?

Do que gostamos

Da bateria, sem dúvida. Em um mundo ideal, todo smartphone teria a mesma autonomia do Razr MAXX — no mínimo. O acabamento também salta aos olhos, com exceção da já mencionada portinhola frouxa, e o aparelho é bem bonito, quase imponente. Merece destaque, ainda, o tratamento dado ao Ice Cream Sandwich, ou a falta dele: a skin da Motorola é, no momento, a mais “pura” entre as grandes fabricantes. Para quem gosta do Android limpo, mas torce o nariz para o Galaxy Nexus por qualquer motivo, eis aqui uma opção a se considerar.

Do que não gostamos

As dimensões do Razr MAXX são um tanto… avantajadas para quem tem uma tela de 4,3″. Ele é quase do tamanho de Galaxy S III e HTC One X, mas sem oferecer uma tela à altura desses dois para justificar todo o seu tamanhão. E ele é um pouco mais pesado que a média também, o que assusta e, em certo grau, incomoda um pouco. O botão de destravar a tela e ligar/desligar, esse detalhe tão pequeno, é profundamente irritante.

Vale a pena comprá-lo?

RAZR MAXX: vale a pena?
No geral, há poucas coisas para não gostar no Razr MAXX. É um aparelho completo, embora esteja uma geração atrás da concorrência, que traz hardware melhor ainda que, no momento, praticamente subutilizado. Mas mesmo em pontos onde não se considera a força bruta, como tela e câmera, o Razr MAXX continua um passo atrás. E pelo que custa (R$ 1.500), é de se considerar se essas pequenas concessões valem a pena — opções melhores como Galaxy S III (por até R$ 1.700 em promoções de lojas) e iPhone 4S (R$ 1.800) custam pouca coisa a mais. E ainda temos os concorrentes do ano passado, como o Razr original e o Galaxy S II que com algum esforço se encontra por até R$ 1.200. Com exceção da bateria, ambos fazem frente ao Razr MAXX.
O fato é: bateria melhor que essa, você não encontrará em nenhum outro. Se esse fator é o que importa, o Razr MAXX é a melhor compra do momento. Se for um dos, aí a escolha já se torna mais complicada. É um bom aparelho e vem num preço ligeiramente menor que outros lançamentos de 2012, mas esses trazem bem mais evoluções em relação à leva de smartphones do ano passado. Cabe a você decidir descobrir o melhor equilíbrio.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Conheça o Samsung Galaxy S II Lite

Post image for Review: Samsung Galaxy S II Lite

O Samsung Galaxy S II Lite (GT-I9070) faz parte do nicho dos smartphones intermediários: bom desempenho, bons recursos, mas nada assim um “topo de linha”-, mas também não é um Android ultrabásico. Dá para definir como “faz bastante e cabe no bolso”.
Serve bem para quem precisa acessar a internet e os serviços do Google e redes sociais sem se preocupar em gastar um montão de dinheiro: o valor sugerido de R$ 999 desbloqueado não significa os prováveis R$ 1.800 ou mais do novo Galaxy S III, mas também não quer dizer que é um aparelho de R$ 499, como um LG Optimus L3.
Na mão, o Galaxy S II Lite lembra seu irmão maior e mais velho, o Galaxy S II, com pequenas modificações.

Hardware:
O Galaxy S II Lite traz um processador dual-core de 1 GHz, 8 GB de armazenamento interno, câmera traseira de 5 megapixels com flash LED, tela de 4″ Super AMOLED (480 x 800). Se comparado com o Galaxy S II, isso significa menos processamento (1,2 GHz no S II), menos armazenamento (16 GB) câmera de resolução menor (8 megapixels) e tela menor (4,3″).
Apesar de o design frontal ser bastante parecido…

Visto por trás, o S II Lite é bem diferente, com a câmera protuberante na traseira.

Mas o S II Lite tem um detalhe de design mais interessante: a tela curva. Parece mais que a tela tem uma curvatura e a parte inferior do aparelho é mais grossa, como dá para ver com o aparelho de lado:


Ou de frente:

Tirando a tampa da bateria, nada além do normal: bateria de 1500 mAh, entrada para SIM card convencional e um slot para expansão de memória com cartões microSD.

E a câmera vista mais de perto:

Interface e aplicativos pré-instalados:
O Samsung Galaxy S II Lite é vendido com a versão 2.3.6 “Gingerbread” do sistema operacional Android, com  conta com a customização TouchWiz.
Os aplicativos pré-instalados incluem o básico do Google (Talk/
Market
Play Store/Gmail/Mapas/Google+), e merecem destaque o pacote Polaris Office (para abrir/editar arquivos do Office), roteador Wi-Fi (simples e fácil de usar), Editor de Fotografias, Kies Air (para sincronizar dados com o computador usando o Wi-Fi e que dá erro constante de falta de Java, apesar de ter Java instalado no computador), um pouco de crapware da TIM (busca, esportes, games – já que a TIM foi a primeira a vender o aparelho com exclusividade).
O Flipboard, exclusivo do Galaxy S III e que já vazou, roda também que é uma beleza ;)

Recursos comuns ao Galaxy S II no software incluem o gerenciamento de tarefas, economia de energia, controle de dados (ligar e desligar) e o suporte nativo (yay!) a formatos de vídeo, incluindo MP4 (abaixo) e AVI (rodou bem até nossa amostra de Big Buck Bunny em 720p).

A câmera é OK, nada demais, se encaixa no clássico modo “fotos incríveis de dia com luz boa, fotos borradas à noite “. Mas em modo noturno você pode ter alguma sorte com luz boa e mão firme:

Tem uma galeria de fotos na nossa página no Facebook.
Vídeos vão até 720p de resolução – e vale a mesma máxima da câmera fotográfica: bom de dia, ruim à noite. Qualidade 1280 x 720 máxima.




Desempenho
Nos benchmarks padrão do Android, o Galaxy S II Lite tem um baita desempenho bom, mesmo com configurações um pouco mais básicas que o Galaxy S II (nossa referência em smartphones Android, descontando o foblet). Olha só:
- Vellamo Browser (navegador): 832 pontos // 968 pontos no Galaxy S II
- Quadrant Standard Edition (desempenho): 2.857 pontos // 2.959 pontos no Galaxy S II
- AnTuTu Benchmark (desempenho): 5.159 pontos // 5.660 pontos no Galaxy S II
- NenaMark 1 (vídeo): 56,6 quadros por segundo // 59,8 quadros por segundo no Galaxy S II
- NenaMark 2 (vídeo):  36.4 quadros por segundo // 44,1 quadros por segundo no Galaxy S II

Bateria: em um dia de uso intenso (3G, GPS, e-mail, ligações,, Twitter, Foursquare, Facebook, Internet, SMS, música), a bateria levou 9 horas para atingir o nível de 20%. Número bastante interessante para um aparelho que tem um ótimo sistema de gerenciamento de energia (abaixo de 50% você pode desligar 3G, Wi-Fi, sincronizações, brilho etc.). E nada a reclamar sobre o telefone: boa qualidade de som para fazer e receber ligações.

Conclusões
O Samsung Galaxy S II Lite não é o Galaxy S II, mas isso não é um problema. Tem menos recursos para ter um melhor preço com um desempenho parecido. O único ponto que me incomoda aqui é que, com a chegada em junho do Galaxy S III, provavelmente o preço do S II deve baixar para algo em torno de R$ 1.200 e, entre os dois, a escolha certa é o Galaxy S II. Também ainda falta a Samsung responder se o S II Lite vai ter atualização para o Android 4.0 (que já está disponível para o S II, por sinal).
Com quem o S II Lite concorre? Com o Huawei Honor e possivelmente com o LG Optimus L5 e o HTC One V, que ainda não foram lançados.

Via: http://ztop.com.br/

terça-feira, 24 de abril de 2012

Tablet ou Videogame portátil? Conheça o Android JXD S7100




Tablet Game Console




Especificações:
Brand: JXD
Model: S7100
Color: Black + Silver
Operating System: Android 2.2
Processor: ARM Cortex A9 1GHz
GPU: Mali 400
Memory: 512MB DDR2



quarta-feira, 21 de março de 2012

Samsung Galaxy S III chega em abril com quad-core e carregamento por indução

Possível imagem do Samsung Galaxy S III, vazada pelo Reddit.
A Samsung já avisou que o Galaxy S III chega no primeiro semestre, mas ainda não disse exatamente quando. Correram boatos de que ele chegaria em abril, o que a empresa negou. Agora o presidente da Samsung China diz que o SGS3 pode chegar, sim, em abril. Relatos vindos da Coreia também apontam que o novo aparelho pode ter mesmo um chip quad-core, e mais: supostamente, você não precisa ligá-lo na tomada para carregar a bateria.
O mock-up acima surgiu no Reddit há alguns dias. Ele tem cinco ícones na parte inferior, assim como o Galaxy Note, então a tela deve ser bem grande; ele parece rodar Ice Cream Sandwich, mas tem botões físicos (em vez dos virtuais no Galaxy Nexus); e tem uma mistura meio estranha de branco e prata/cinza. O mock-up parece se inspirar um pouco no design do Galaxy Tab vendido na Alemanha, com bordas promeninentes e alto-falantes frontais; e do Nexus, com botão de volume quase na metade da altura do aparelho. Ele ainda tem o logotipo da Weber Shandwick, uma empresa de relações públicas que trabalha com a Samsung.
Nova imagem do Galaxy S III provavelmente é falsa: imagem da tela é quase igual à do Galaxy S II divulgada ano passado. 
Mas ele é real? Difícil saber. Vazou outra imagem semelhante a esta hoje, mas repare no conteúdo da tela: ele é praticamente igual ao que vimos ano passado numa outra imagem – do Galaxy S II. A nova imagem deve ser falsa, mas a que surgiu no Reddit? Teremos que esperar até mês que vem.
Sim, porque o presidente da Samsung China, Kim Young-Ha, disse em Pequim que o Galaxy S III estava previsto originalmente para maio, mas eles devem acelerar os planos e lançá-lo já no mês que vem. Quem sabe o SGS3 chegue em abril em poucos países – a China seria um deles - mas só receba um lançamento global em maio. Supostamente, a Samsung não apresentou o SGS3 antes porque não quer atrasar o lançamento do novo aparelho nos EUA, como fez antes. De um jeito ou de outro, espero que ele chegue logo ao Brasil.
Sobre o carregamento por indução no S III, noticiado pela mídia coreana, é uma boa possibilidade. Isto não é novidade entre smartphones: o então promissor Palm Pre tinha o Touchstone, uma base que você conectava à tomada. Era colocar o aparelho em cima, e ele carregava sem fios. No entanto, o Galaxy S III deve ir um passo além: supostamente, ele carrega a 1-2m da base – não precisa colocar o aparelho em cima dela. Seria algo realmente novo, uma tecnologia que a Samsung aparentemente já patenteou. Mas parece que a empresa ainda está decidindo se inclui a base com o aparelho, ou se a vende separadamente – você poderá carregá-lo via tomada, claro.
E quase todo boato sobre o Galaxy S III cita um processador quad-core, que provavelmente será o novo (e ainda não anunciado) Exynos 4412 da própria Samsung. Mas há uma novidade: um executivo anônimo disse ao Korea Times que o processador vai incorporar o 4G do aparelho. Isto pode resultar em um aparelho ainda mais fino – rumores dizem que ele terá 7mm de espessura (o Galaxy S II tem 8,5mm).

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Huawei lança smartphone mais rápido do mundo

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A chinesa Huawei surpreendeu todo mundo e lançou um incrível (ao menos no papel) smartphone com Android 4.0 no início dos trabalhos do Mobile World Congress aqui em Barcelona. De cara, o Ascend D Quad é relativamente pequeno para a sua tela de 4,5" e tem uma tela bem bonita com resolução de 720p. Mas o grande trunfo está embaixo do capô: os engenheiros chineses ajudaram a desenvolver a própria CPU, com quatro núcleos e um processador gráfico que pode ser até 3x mais rápido que o Tegra 3, o mais poderoso que conhecíamos até ontem. Tudo isso com uma performance de bateria "30% mais eficiente". Bom demais pra ser verdade? Vejamos os outros detalhes.
A coletiva teve todo tipo de número e comparação (favorável, é claro) com Galaxy Nexus, iPhone 4S e até mesmo o Transformer Prime, o tablet quad-core da Asus. Segundo a Huawei, o Ascend D é 49% mais rápido que o Galaxy Nexus em operações normais, como tirar fotos, abrir sites ou galeria. Em jogos e outros benchmarks com bastante 3D, o Ascend D Quad chegou a 35 frames por segundo, enquanto o Exynos dual-core, a solução mais rápida da Samsung, chegou a 8,46FPS, segundo a Huawei.

Os chineses dizem que o Ascend D (de "diamante") tem uma solução gráfica de "16 núcleos" e processa cores em 32-bit, ao contrário dos atuais 16-bit de todos os outros smartphones. Tudo fica mais bonito na tela de 4,5" (material não-especificado) que de fato é menos monstruosa que o Galaxy Nexus. "Nós queremos telas grandes, mas sua mão não é tão grande", disse o presidente da divisão de celulares da Huawei, Richard Yu, assegurando que o seu smartphone era 5 mm menor que a concorrência de mesmo tamanho de tela.
O outro grande trunfo do Ascend D é a bateria, que tem 1800 mAh e um sistema de gerenciamento (mais ou menos como o "núcleo fantasma" do Tegra 3) que diminui ou aumenta o clock dependendo da aplicação, mantendo a baixa temperatura. Isso daria ao smartphone da Huawei a autonomia de até 2 dias de uso intenso. Para ajudar na tarefa, a tecnologia de busca de rede (que consome um bocado de bateria) é otimizada com a expertise da Huawei — que fabrica quase todas as antenas das operadoras brasileiras — no assunto. Quem quiser ainda mais bateria terá a opção de comprar um modelo com 2500 mAh, do Ascend D "XL".
Há um selo Dolby D 5.1 (que deve significar um áudio melhor) e uma tecnologia de eliminação de ruído externo nas ligações parecida com a que a Motorola inventou alguns anos atrás que, na demo da coletiva. Mesma coisa para a câmera de 8MP com os melhores "sensores e algoritmos" do mercado e fotos incríveis projetadas.
Não há data definida para o seu lançamento, mas ele deve chegar aos principais mercados entre maio e junho a um preço "entre 15% e 20% mais competitivo que a concorrência", seungod Yu. Estamos buscando informações sobre um possível lançamento no Brasil, mas sabemos que o Ascend D é um smartphone "global", petaband, então ele funcionará aqui sem problemas caso você compre um nas férias de julho na China. A Huawei tem planos ousados este ano: depois de vender 20 milhões de celulares em 2011, ela pretende vender outros 60 milhões em 2012. E a família Ascend (que ainda terá um modelo mais econômico, dual-core, e outro com LTE) terá um papel importante nos planos de dominação global dos chineses.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Conheça o Motorola RAZR XT910

Alguém precisava trazer um concorrente à altura para o Samsung Galaxy S II, que estava reinando por muito tempo no país dos Androids. E a Motorola acertou em cheio com o RAZR XT910, que traz características muito semelhantes – quando não idênticas – ao bambambam da Samsung. Um aparelho parrudo para entretenimento e para quem procura aparelhos de alta qualidade.

Design

Ele é no mínimo diferente. Quando pegamos ele nas mãos, logo o consideramos desengonçado. Não que ele seja feio, mas sua tela grande e a pequena espessura o deixam parecendo uma fina placa enorme para ser colocada na orelha. Ele parece, na verdade, um mini Xoom 2.
A frente é toda tomada por vidro chanfrado, e não há nenhum botão físico, sendo que todos os botões padrão do sistema são de toque, e só aparecem quando se interage com o aparelho. O formato dele é quase um retângulo, com as bordas ligeiramente "apertadas". Ele é leve, apenas 127 gramas, e tem proteção contra água, mas apenas "splashes".
Smartphone Motorola RAZR
Motorola RAZR (Foto: Stella Dauer)
Ele não é fino por igual. Na parte superior a espessura é maior devido à câmera, acompanhada do flash e também de um falante. A mesma traseira é é=quase toda coberta por uma textura emborrachada, onde também fica o kevlar, material usado em coletes à prova de balas. As bordas são de plástico cinza azulado semi brilhante muito bonito.
Há microfone na traseira e na frente, e no lado esquerdo encontramos uma tampinha que protege a entrada do microSIM e do microSD. Como não há acesso à bateria, esses cartões são acessados por fora. Do outro lado ficam o botão de energia e de volume. Em cima ficam a entrada para fones e as conexões microUSB e microHDMI.
Smartphone Motorola RAZR
Traseira em kevlar (Foto: Stella Dauer)

Tela

Uma enorme tela de 4.3 polegadas, com tecnologia super AMOLED e Gorilla Glass. Apesar de ter o mesmo tamanho do Galaxy S II e as mesmas 16 milhões de cores, possui mais definição, com 540 x 960 pixels. Com essa definição e esse brilho todo – com brancos bem equilibrados –, fica ótima para ver vídeos e jogar. A resposta da tela é suave e boa, não precisa ficar apertando várias vezes para que ela responda

Hardware e processamento

Resumidamente temos aqui um potente processador dual-core de 1.2GHz Cortex-A9, acompanhado de 1GB de RAM. Isso é a mesma coisa que o S II, só muda a marca dos chips. Também temos conexão WiFi b/g/n, GPS, 3G e Bluetooth 4.0, tudo de ponta. Nos sensores temos acelerômetro, proximidade e a bússola. Giroscópio só para o S II.
Smartphone Motorola RAZR
Motorola RAZR (Foto: Stella Dauer)
O hardware não deixa nada a desejar. A resposta é rápida, o sistema é adequado para isso. Testamos com diversos jogos pesados que rodam 3D, além de passá-lo por um aplicativo de benchmark, e ele não engasgou com nada. Os resultados no aplicativo de benchmark Quadrant Standard foram ótimos. O Samsung Galaxy S, que é antigo mas ainda é rápido, ficou com 800. O RAZR teve 2513 pontos!
Ele se saiu bem também nas ligações. A conexão é um pouco fraca, mas a ligação é clara e cristalina, com som bem alto.

Câmera

A câmera de 8 megapixels e flash de LED trouxe bons resultados – melhor do que os que costumamos encontrar nos aparelhos da Motorola! Em situações de muita luz, se saiu bem, apenas com um pouco de blur, uma luz fantasmagórica em toda a foto.
Em pouca luz, traz bons detalhes com flash, e granula fortemente, mas dá para o gasto. A acuidade também não é impressionante, e poderia ser melhor nisso, já que são 8 megapixels. Há um sistema de panorama que tira fotos automaticamente até formar uma imagem.
Smartphone Motorola RAZR
Câmera que filma em Full HD (Foto: Stella Dauer)
São muitos os ajustes. Além de alguns efeitos de cor, possui 7 cenas interessante como retrato, automático, noite, macro e outros. Possui foto com timer, em sequência, controla exposição e flash. Também funciona com geotagueamento. Há também uma câmera frontal de 1.3MP, que serve apenas para chats.
O vídeo funciona com zoom durante a filmagem, mas deixa tudo muito granulado. Aliás, mesmo em situação de boa luz o vídeo Full HD (1080p a 30fps) também granulou. Já a recepção do som se mostrou muito boa. Para melhorar a filmagem, há também um microfone na traseira do aparelho, um cuidado visto em poucos smartphones até agora.
O áudio, inclusive, possui diversos ajustes como estéreo, redução de vento, show e outros. Muito completo, mostra o início dos smartphones que querem o lugar também das filmadoras. Mas com essa granulação, ainda não vai ser dessa vez. Não possui auto foco, mas tem uma boa estabilização.

Sistema operacional e usabilidade

O sistema que vem nele é o Gingerbread 2.3.5, mas a Motorola já garantiu update para o Ice Cream Sandwich. Ainda assim, ele é todo mexido pela empresa, e vem com o sistema Blur, porém muito mais integrado ao sistema e muito menos incômodo. Não tem um visual tão bonito quanto o da Samsung, mas se tornou tão usável quanto ele. Há muitos widgets sociais, transições diferentes e outras surpresas, legal de explorar. Tem suporte a Flash.
A função que é o diferencial do RAZR se chama Smart Actions. Ele é um aplicativo, mas influencia em todos os outros e também na sua produtividade. Ele funciona automaticamente, aprendendo com sua rotina, ou configurado manualmente. É possível criar gatilhos que desencadeiam ações diversas.
Smartphone Motorola RAZR
Sistema de tarefas inteligentes (Foto: Stella Dauer)
Por exemplo: quando você chega no trabalho, muda o perfil para silencioso. Mas, quando sai para almoçar, precisa que o aparelho toque alto. Quando chega em casa à noite e o WiFi entra em cena, você quer que ele passe a atuar com push mail. Tudo isso pode ser configurado nesse app, e isso deixa um smartphone realmente "esperto".
Outra coisa que só se percebe o valor com o tempo são grupos. Só tínhamos visto grupos antes em aparelhos da LG, mas essa é uma função matadora. É possível dividir seus aplicativos em grupos pré-selecionados pelo sistema ou criar seus próprios grupos. Para aqueles que mantém mais de 100 aplicativos na memória, é uma benção poder separar jogos de aplicativos, pelo menos.

Aplicativos

Há bastante coisa incluída no RAZR. Além dos tradicionais, encontramos o GoToMeeeting para reuniões online, Citrix para o mesmo objetivo, Locais e amigos – que mostra locais próximos em determinadas categorias, além de mostrar o que seus amigos estão fazendo – e o QuickOffice para visualizar e editar arquivos.
Os já conhecidos são tarefas, gerenciador de arquivos, alarme, comandos de voz, Gmail, Gtalk, Latitude, Locais, Navegador, Roteador WiFi e redes sociais – um filhote do Blur.

Música e mídia

O tocador de música tem o dedo da Motorola. Ao invés do simples player do Android, uma interface modificada que funciona junto ao Last.fm. E com o aplicativo MotoCast você transfere músicas do computador para o RAZR, ao estilo iTunes/iPhone. Há também áreas especiais para rádio online e podcasts. Se estiver conectado à internet, puxa na hora a letra da música que está tocando.
O som externo é bem alto, mas fica estourado quando nos volumes maiores. Há um equalizador, mas não melhora muito. Já o som interno, com o par de fones comuns, é bem melhor. Não se compara com os Sony e Nokias, mas tem um bom estéreo. O equalizador traz muitas opções interessantes, mas não consegue tirar o ligeiro excesso de agudos.
Smartphone Motorola RAZR
Conexões microHDMI e microUSB, além do fone (Foto: Stella Dauer)
Para filmes, muito bom também. Graças à tela gigante, à boa definição e ao super AMOLED, é muito bom e confortável assistir vídeos nele. Ainda mais na cama, com a sua leveza. Ele aceita os formatos MP4, H.263, H.264 e WMV, mas qualquer coisa diferente disso pode ser resolvida com um aplicativo.
E ele também possui conexão HDMI – com cabo incluso, o que é muito bom – e tecnologia DLNA, que permite conectá-lo sem fios a outros dispositivos eletrônicos como home theaters, DVDs, etc. Qualquer filme FUll HD roda com seu processamento em sua HDTV.

Armazenamento e bateria

Por ter 16GB de armazenamento, não vem com nenhum cartão de memória, mas aguenta até 32GB. Com 16GB já dá para fazer muito, e um cartão de 32GB já não custa mais tão caro.
E já que sua comparação acaba sendo com o Galaxy S II, sua bateria é tão boa quanto o modelo da Samsung. Ele ficou ligado com o WiFi por um dia inteiro e não gastou nem um terço da bateria. Com o 3G e o GPS juntos ele também mostrou um ótimo desempenho.
Smartphone Motorola RAZR
Tampa protege entrada de microSIM e microSD (Foto: Stella Dauer)

O que vem na caixa

Uma caixa bem completa. Nada de muquiranice e simplicidade como, por exemplo, a Samsung. Aqui encontramos, além do aparelho, um par de fones, cabo HDMI – uma mão na roda, pois é um cabo caro e difícil de encontrar –, cabo USB,  Há também um adaptador para que o RAZR possa ser utilizado no lapdock do Atrix.
Smartphone Motorola RAZR
Conteúdo da caixa do RAZR (Foto: Stella Dauer)

Para quem é

O Motorola RAZR é um concorrente à altura do Samsung Galaxy S II. Apesar de não ser tão charmoso, é muito esperto e com seu sistema que se adequa ao usuário, possui mais definição de tela e tem conexão HDMI nativa, sem precisar de adaptador. Vai ficar para o usuário escolher qual lhe parece mais atraente.
Motorola RAZR
Preço: R$1615

Informações

Tela: 4.3 polegadas Super AMOLED
Resolução de tela: 540 x 960 pixels
Sistema operacional: Android 2.3.5 Gingerbread
Rede: GSM/HSDPA/3G
Armazenamento: 16GB internos
Câmera: 8 megapixels
Flash: sim, de LED
Conectividade: WiFi, WiFi hotspot, GPS com A-GPS, Bluetooth 4.0, 3G, DLNA, HDMI, USB
Sincroniza com PC: sim
Dimensões: 13 x 7 x 0,7 cm
Peso: 127g
Autonomia de bateria: Até 300h em stand-by / Até 9h em conversação
Itens inclusos: aparelho, par de fones, cabo HDMI, cabo USB, carregador de tomada, adaptador para lapdock, carregador veicular e manual rápido.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

JXD da China lança rival do PS-Vita


JXD lançou o Tablet para jogos S7100, baseado em Android. 

Esta belezinha permite rodar jogos da Apple, Android, Sony, Nintendo, Arcade, Sega, etc. Tudo isso por meros $140,00 Obamas.

O dispositivo possui um D-pad, botões no melhor estilo PlayStation,800 x 480 touchsceen
capacitivo, processador ARM Cortex A9 CPU, Mali 400 GPU, 512MB de RAM, 16GB de armazenamento interno, câmera frontal 0,3 megapixel, câmera de 2.0 megapixels traseira e saída HDMI. 
 
Abaixo um vídeo que mostra o Videogame Tablet com uma variedade de jogos touchscreen e ROMs clássicas incluindo Metal Slug, Mario Kart 64, Angry Birds, Vs Plantas. Zumbis e Fruit Ninja HD. 






Site oficial:
http://jxd.hk/products.asp?id=604&selectclassid=009006

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Asus lança o primeiro Tablet com processador quad-core

 Conheça o Eee Pad Transformer Prime, da Asus, o primeiro tablet supercomputador


O novo Transformer acaba com qualquer concorrente. Além de ser o primeiro a usar o processador quad-core Tegra 3, da Nvidia, também conhecido como Kal-El. O Transformer original foi um dos tablets com Android mais populares do ano, mas ele era espesso e quadrado — como um grande, chato e tedioso retângulo. O Transformer Prime é bem mais atraente. Eles trocaram o plástico barato da traseira por um alumínio bem bonito. Ele é extramente fino e leve: 8.3mm e 586 gramas, ou um pouco mais fino e leve do que o iPad 2, mesmo com uma tela maior (10.1 contra 9.7 no iPad 2). Falando na tela, ela usa tecnologia Super IPS+ (com 1280×800 de resolução) com Gorilla Glass e um ângulo de visão de 178 graus, além de uma tecnologia proprietária que em tese deixa tudo mais brilhante. A tela do Transformer original era bem simples, então trata-se de uma atualização bem-vinda.
 
E, sim, ele ainda é um Transformer Pad, o que significa que você pode ter um dock de teclado removível (vendido separadamente). O dock novo será mais fino e terá um case de alumínio para casar com o Prime. As telas sensíveis ao toque melhoraram bastante em termos de escrita, mas quando o ato requer um pouquinho mais de esforço, nada substitui o teclado físico. E outro ponto de destaque é a duração de bateria. Eles afirmam ser melhor do que qualquer tablet, com 12 horas de duração em uso real. Acople o tablet ao dock e o número sobe para incríveis 18 horas. O sistema de gerenciamento de energia do Tegra 3 ajuda no processo.
Há uma câmera frontal de 1.2MP e uma traseira de 8MP e uma impressionante abertura de F2.4, conseguindo filmar em até 1080p. Pessoalmente, eu ainda não estou convencido de que precisamos de câmeras animais em tablets, mas esses números assustam. Ele tem porta micro HDMI, e no teclado você ganha uma porta USB comum e um slot SD também. Eles também melhoraram o áudio ao colocar alto-falantes mais largos. Ah, e o Android 4.0 Ice Cream Sandwich deve chegar ao Transformer Prime em breve — mais especificamente em dezembro. Ou seja, é possível que ele chegue às lojas com o ICS (mas o Android 3.2 é o plano oficial por enquanto).
Claro, há várias afirmações ousadas no discurso da Asus, mas se tudo isso for real, eles criaram um aparelho incrível. O chip Tegra 3 é muito empolgante. Teoricamente nós poderemos jogar títulos com gráfico que rivaliza com os consoles mais atuais. Eu quero muito ver o que os desenvolvedores estão preparando.
 
O Eee Pad Transformer Prime será vendido em duas cores ("cinza ametista e dourado champagne") e com duas opções de espaço interno: 32GB e 64GB. Eles custarão, nos EUA, US$500 e US$600, respectivamente. No Brasil, seu antecessor chegou apenas na versão de 16GB, custando R$1.499. O teclado do Prime custará US$150 — aqui, sua versão anterior chegou por R$400. O bom é que pelo menos lá fora, o Transformer original passará a custar US$300 para o modelo de 16GB e US$350 para o modelo de 32GB. O ruim é que a Asus não deu data exata de lançamento do Prime, prometendo-o apenas para "dezembro". Ficaremos ligados.
Asus Eee Pad Transformer Prime
• Sistema operacional: Android 3.2 ou 4.0
• Processador: NVIDIA Tegra 3 Quad-Core
• Tela: 10.1
″ Super IPS+ (1280×800)
• Memória RAM: 1GB
• Armazenamento: 32GB/64GB
• Preço: US$500 (32GB), US$600 (64GB), US$150 pelo dock teclado

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Conheça o novo Motorola Xoom 2

 



A Motorola revelou oficialmente o Xoom 2 e Xoom Media Edition 2. O novo Xoom possui um processador dual-core 1.2GHz, Android 3.2, 1GB de RAM, 16GB de armazenamento e uma tela de 10.1 polegadas. Ele também oferece na frente e atrás câmeras de 1.3 megapixel e 5.0 megapixels respectivamente.

O Xoom Media Edition 2 tem características e especificações similares, exceto pelo tamanho da tela 8.2 polegadas que como o Xoom padrão 2, tem proteção Gorilla Glass. Ele também promete uma melhora de 20% sobre o Xoom original no quesito gráfico que juntamente com um ângulo de visão de 178 graus faz o tablet otimizado para consumo de mídia, como o nome indica. Até agora, a disponibilidade para os tablets de nome semelhante só foi anunciado no Reino Unido e na Irlanda.

Para aqueles que querem saber, a Motorola já confirmou que ambos os tablets receberão uma atualização para o Ice Sandwich Cream (ICS), que deve chegar seis semanas após a Motorola receber o OS da Google.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Robô LEGO com Galaxy SII + Android resolve cubo mágico



Um robô ligado a um smartphone com Android conseguiu resolver um cubo mágico em apenas 5,35 segundos.
O robô é controlado por quarto conjuntos de Lego NXT que se comunicam via Bluetooth com um celular Samsung Galaxy SII.
Um aplicativo especial no telefone tira fotos do cubo, resolve o quebra cabeça virtualmente e envia a solução às partes mecânicas. Tanto os blocos de Lego como o Galaxy possuem um processador da ARM.
Os responsáveis pelo robô são Mike Dobson, criador do CubeStormer original em 2010, e e David Gilday, que já construiu vários outros robôs que resolvem cubo mágico.



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Por que o barômetro em um celular com Android ?


O Galaxy Nexus, da Samsung, é o aparelho mais potente do mercado a contar com um barômetro em suas especificações. Parece estranho colocar um sistema de medição de pressão atmosférica em um aparelho onde o espaço físico é extremamente valioso, não? Só tem um detalhe: ele pode fazer coisas incríveis.
Tradicionalmente, barômetros são usados para detectar — e prever — mudanças de curto prazo na condição climática. Quedas de pressão indicam que vem chuva por aí. Sinais de aumento excessivo de pressão mostram que o céu ficará bem azul. Mas sem dúvida o Google e a Samsung não fizeram ginástica para colocar isso no aparelho para que ele faça previsões de tempo mais apuradas, certo? Bem, na verdade, talvez. Mas isso é só uma parte.

Central de temperatura

E se o barômetro for usado não para oferecer previsões de tempo personalizadas, e sim para oferecer dados para uma rede de crowdsource visando o bem de moradores/viajantes/pedestres de várias cidades? Imagine ter um servidor interpretando milhares de leituras de pressão em um raio pequeno para entregar previsões de tempo bem específicas e precisas.
Eu imagino que tal ideia funcionaria bem em uma área de população moderada para densa, onde há sempre uma constante e sólida rede de leitura barométrica. Quantos celulares seriam necessários em uma área específica para criar dados aceitáveis? De acordo com o New York Times, o app de temperatura que melhor trabalha com crowdsourcing é o Weather Underground. Eles coletam dados de 20 mil estações ao redor dos EUA. Com um barômetro em cada telefone? Eles poderiam coletar dados de 20 mil sensores barométricos em um só bairro ou cidade.
Há também no Android Market um app chamado pressureNet, que coleta os dados barométricos do tablet Xoom, da Motorola (que também tem o sensor), e os junta em um mapa. Com o aumento no número de usuários e dados, os criadores prometem usar as informações para prover previsões detalhadíssimas. Mas como o app tem apenas 10 dias de idade, sua utilidade ainda precisa ser provada.
Há uma certa preocupação de privacidade nessa proposta — mas quando não há, não é mesmo? Mas tal app teria que coletar sua localização, além dos dados barométricos, para fazer sentido. E, no plano geral, o Google teria que acessar esses dados, e isso assusta bastante gente.
Para outros, a localização será exatamente onde o barômetro deve brilhar.

Navegação 2.0

Outro uso popular para barômetros? Navegação. O GPS funciona muito bem quando o céu está bem azul, mas quando as nuvens fecham, ou você mora em uma metrópole envolta por um emaranhado de fios, o "muito bem" vira "capenga" em segundos. É por isso que acelerômetros, chips Wi-Fi e, sim, barômetros, surgem como apoio e aumentam a capacidade de navegação, ajudando o GPS em determinados locais.
O barômetro usa as leituras de pressão atmosférica para determinar sua altitude e, de forma mais apurada, saber quão rápido você está se movendo em uma área. Levando em consideração que os smartphones estão basicamente transformando os GPS clássicos em um aparelho obsoleto — e que o Android tem um dos melhores apps de navegação possível — faz sentido imaginar o Google investindo tempo e esforço para deixar essa tecnologia ainda melhor.
Apps para quem vive nas ruas podem ficar ainda mais úteis para quem escala ou faz o tipo de aventura em que a topografia é algo importante.
Então, sim, a adição de um barômetro pode ter deixado muita gente confusa. Mas pelo menos ele pode revolucionar o modo com que usamos apps de previsão de temperatura e navegação. E o que mais? Descobriremos em breve.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

As 5 melhores novidades do Android Ice Cream Sandwich


Anunciado nesta madrugada junto com o smartphone Galaxy Nexus, da Samsung, o Android 4.0 vem carregado de novidades para smartphones e tablets

Smartphone Google Galaxy Nexus, da Samsung
O Android 4.0 estreia no smartphone Galaxy Nexus, fabricado pela Samsung e vendido com a marca do Google
São Paulo — O Google está liberando a esperada versão 4.0 do sistema Android, conhecida como Ice Cream Sandwich. A nova versão aparece primeiro no smartphone Galaxy Nexus, da Samsung. Mas ela também será usada em outros smartphones e tablets e poderá ser instalada em alguns dos modelos atuais.

A apresentação do novo sistema aconteceu nesta quarta-feira em Hong Kong, enquanto ainda era madrugada no Brasil. As novidades vão afetar muita gente, já que, segundo o Gartner Group, o Android está presente em 43% dos smartphones vendidos no segundo trimestre deste ano. É quase o dobro da participação do segundo colocado, o Symbian, da Nokia, que roda em 22% dos aparelhos. E a participação do Android vem crescendo, enquanto a do Symbian cai.
O Ice Cream Sandwich é o primeiro Android feito para uso tanto em tablets como em smartphones. Ele leva, aos celulares, recursos que, até agora, estavam disponíveis apenas na versão Honeycomb do Android, específica para tablets. Além disso, há vários recursos que estão estreando no Android 4.0. Veja, a seguir, as cinco melhores novidades do novo sistema operacional do Google.
1 Reconhecimento de face
A novidade mais chamativa é que o Android 4.0 ganhou um algoritmo de reconhecimento de face. Ele é capaz de identificar, por meio da câmera frontal, a pessoa que está em frente ao smartphone. Esse recurso pode ser usado para destravar o smartphone sem que seja preciso digitar uma senha.
2 Fotos melhores
O Google melhorou o aplicativo que controla a câmera no Android e os recursos para ajustes em fotos. Recursos básicos de edição, como recorte e rotação de imagens, foram incluídos no Android 4.0, assim como alguns efeitos visuais.  Há, também, um assistente para a montagem de fotos panorâmicas. O usuário só precisa girar a câmera de modo a captar a cena à sua volta. O software se encarrega de transformar as imagens captadas numa panorâmica.
3 Ditado
O Android já contava com algumas funções de reconhecimento de voz, que serviam para tarefas específicas, como fazer buscas na web. No Ice Cream Sandwich, esse recurso foi expandido. A principal novidade é uma função de ditado. Ela permite falar palavras ao telefone em vez de usar o teclado para escrever. Ainda não sabemos em quais idiomas essa função estará disponível. Existe um recurso similar no iPhone 4S e ele funciona em inglês, francês e alemão.
4 Android Beam
A tecnologia NFC (Near Field Communications), que permite fazer pagamentos aproximando o smartphone do terminal de caixa, ganha nova utilidade com o Android Beam. Esse recurso, incorporado ao Android 4.0, possibilita transferir links, localizações no mapa, contatos e outras informações rapidamente entre dois smartphones ou tablets com Android. Basta aproximá-los e acionar o comando na tela. O Android Beam lembra a transferência por raios infravermelhos, que era popular entre usuários de PDAs da Palm há mais de uma década.
5 Contatos sociais
O aplicativo People integra gerenciamento de contatos com redes sociais. O usuário fornece seus dados pessoais para acesso a serviços como Google+ e Facebook. O Android se encarrega de mostrar as informações sobre os amigos registrados nesses sites. Aplicativos similares a esse já haviam sido implementados em smartphones por fabricantes como HTC e Sony Ericsson. O Windows Phone também tem algo parecido. Mas a novidade não deixa de ser bem vinda.