segunda-feira, 4 de junho de 2012

Eduardo Saverin, o brasileiro do Facebook, conta sua história

Em entrevista exclusiva a VEJA desta semana, cofundador da rede social revela os detalhes dos primórdios da empresa, diz por que o filme baseado na origem da companhia é um amontoado de ficções e anuncia seu desejo de investir no Brasil

Fábio Altman, de Singapura
CORDIALIDADE - Saverin, no centro financeiro de Singapura, onde vive desde 2009: "Não tenho ressentimento algum do Mark" (Gilberto Tadday)


Em 11 de maio, uma semana antes da abertura de capital do Facebook na bolsa de valores das empresas de tecnologia, a Nasdaq, o blog Bits, do New York Times, cometeu um erro antológico. Ao fim do texto — "Um fundador do Facebook renuncia à cidadania americana", informava a chamada —, vinha a constrangedora e necessária confissão do risível equívoco: "Uma versão anterior deste texto incluía uma foto publicada erronea­mente; ela mostrava Andrew Garfield, o ator que interpretou Eduardo Saverin no filme A Rede Social, e não o próprio Saverin". Quem recorda a derrapada do jornalão nova-iorquino, lembrança atrelada a um sorriso de Gioconda, incapaz de fazer aparecer os dentes, quase envergonhado, é o próprio Eduardo Saverin. Ele vive uma curiosa condição — a de precisar comprovar, em seu discreto cotidiano de Singapura, onde mora desde 2009, que não é como o personagem do filme e que Garfield, o próximo Homem-Aranha das telas, pode até interpretar muito bem, mas o Saverin de Hollywood nada tem a ver com o Saverin real. "Aquilo é Hollywood, não é documentário", diz, com o sotaque que mistura a típica toada paulistana de quem viveu no Brasil até os 10 anos com o inglês de quem cresceu em Miami, formou-se em Harvard e ficou bilionário por estar no centro de uma das mais espetaculares criações de nosso tempo: o Facebook, de quase 1 bilhão de curtidores e valor de mercado próximo aos 100 bilhões de dólares. Saverin é o sócio número 2 desse clube (cujo primeiro endereço foi registrado na casa dos pais do brasileiro em Miami, ainda como Thefacebook, em 2004), atrás apenas de Mark Zuckerberg. O resto é história.
Ressalte-se que o próprio Saverin contribuiu para o embaralhamento público de seu ego com o alter ego do cinema. Avesso a qualquer contato pessoal que exclua amigos de confiança — "no Facebook não gosto de exibir minha privacidade", diz —, ele tem sido um grande mudo, incapaz de meter seu nariz adunco e as calças Diesel de modelo rasgado onde não é chamado, desde que foi passado para trás por Zuckerberg, recorreu à Justiça, reconquistou o direito de ter quase 5% de ações da empresa (o equivalente a 5,8 bilhões de dólares, talvez um pouco menos, com a oscilação para baixo dos papéis na Nasdaq) e seu nome devolvido ao rol de fundadores. Não falou por imposição de contrato e simplesmente porque não queria falar, protegido pela timidez. É uma fase que termina agora. Saverin recebeu VEJA com exclusividade. Ao contar parte de sua trajetória, a verdade vista por quem a viveu, demole alguns dos mitos que o cercam.
É verdade que a família Saverin deixou o Brasil, em 1992, porque tinha sido incluída numa lista de possíveis vítimas de sequestradores? Não. Aqui quem recorda é o pai, Roberto Saverin, dono de uma companhia exportadora de remédios em Miami. "Sempre quis morar nos Estados Unidos, era um sonho que decidi alimentar porque o Brasil estava em crise, o Collor tinha congelado a poupança, não estava nada fácil", diz. Roberto migrou para fazer a América com a mulher, psicóloga, e três filhos — Eduardo, uma irmã dois anos mais velha que ele e um irmão, o primogênito. Foi somente alguns anos depois, já nos Estados Unidos, que Roberto soube que Eugênio Saverin, seu pai, judeu romeno que montou no Brasil uma das mais conhecidas lojas de roupas infantis de São Paulo, a Tip Top, aparecera numa lista de supostos sequestráveis.
É verdade que Saverin arremessou um notebook em cima de Zuckerberg, como aparece numa das melhores cenas de A Rede Social? Não. "Jamais faria isso, muito menos com o Mark", assegura, e cinco minutos de convivência com sua calma etérea indicam ser muitíssimo improvável, para não dizer impossível, que ele reagisse daquela maneira. É verdade que Saverin leva vida de príncipe árabe em Singapura, rodeado de mulheres e festas nababescas regadas a Moët & Chandon? Não, nada além do que seus 30 anos e o dinheiro autorizem.
Quanto às mulheres, sabe-se de uma única, a namorada nascida na Indonésia que lhe ensinou a arte de tirar os sapatos antes de entrar em casa e cuja personalidade retraída emparelha com a do brasileiro. É verdade que ele vive no prédio mais alto de Singapura, debruçado para o Oceano Pacífico emoldurado por uma cordilheira de arranha-céus modernosos? Não. Saverin muito recentemente deixou o apartamento que dividia com um amigo americano para morar sozinho em um bairro um pouco mais afastado do burburinho. É um condomínio de luxo, sim — uma penthouse foi vendida ali no início de maio pelo equivalente a desavergonhados e quase inacreditáveis 27 milhões de reais —, mas perfeitamente compatível com sua fortuna, construída a partir do sucesso do Facebook (ainda que a derrapagem das ações tenha lhe subtraí­do 230 milhões de dólares em uma semana), e com o padrão altíssimo de Singapura.
Gilberto Tadday
LUGAR DE TRABALHO - No escritório dentro de seu apartamento, sem secretária, ele opera três telas de computador ao mesmo tempo - uma delas sempre ligada em prognósticos de furacões e tempestades, mania desde a infância

Um dos quartos do apartamento serve de escritório. Saverin não tem secretária. São três monitores Mac de 27 polegadas que dividem a atenção com um iPhone e um iPad, permanentemente acessados. A partir desse conjunto eletrônico ele dispara pedidos de compra de ações e investimentos com conselheiros e advogados na Ásia, na Europa e nos Estados Unidos — um deles é seu irmão. A diferença de fuso horário de Singapura para o resto do mundo o faz trabalhar até dezesseis horas por dia. Viaja muito, às vezes quatro vezes por mês, a ponto de saber de cor horários de voos e quando o vento sopra a favor ou contra as aeronaves. Uma das telas de computador está sempre ligada em sites e programas de estudo e simulação de furacões, tsunamis e derivados. É interesse que vem da infância, quando olhava para as nuvens. Em algum momento ele chegou a ganhar dinheiro em mercados futuros de commodities afetadas pelas intempéries da natureza. Não mais, agora é apenas o prazer científico, só comparado a sua paixão pelo xadrez, também trazida lá de trás. Os pais lembram-se do dia em que Saverin, então com 13 anos, ganhou uma partida de um mestre internacional em Orlando. Foi um feito tão fora da curva que virou notícia de uma revista da Associação Internacional de Xadrez. Quando estava prestes a dar o xeque-mate, ele se virou para a mãe, Sandra, e pediu licença: "Acho que vou ganhar, será que vai pegar mal?". Ante a aquiescência materna, encurralou humildemente o adversário.
Saverin age como quem joga xadrez — tenta antever o que virá depois, em lances ora agressivos, ora cautelosos. Dos pais e de Harvard aprendeu que errar muito é o caminho mais curto para acertar, mesmo pouco. Negociador, é nato. Antes de ir para os Estados Unidos, pré-adolescente, vendeu um videogame para um amigo, com quem também dividia o fascínio por Michael Jackson, mas disse ao pai que só embarcaria se ganhasse outro. Levou o que pediu e, de quebra, foi presenteado com um micro Packard Bell, seu primeiro. "Hoje tenho investido como louco", diz. Pôs dólares em dezenas de empresas dos Estados Unidos, Europa e Ásia como investidor-anjo, figura nascida no Vale do Silício. Algumas já andam bem. Quer entrar no Brasil, "porque está em meu coração, sou brasileiro, é o lugar onde nasci", mas ainda não descobriu uma boa janela. Recentemente, em trocas de e-mails, esbarrou em mensagens copiadas para Eike Batista — mas essa ainda não é sua porta de entrada brasileira. Não quer minérios, a não ser que tenha alguma relação com silício, com tecnologia. Insistente, tenta achar um novo Facebook.
Mas onde ele está? "Na área de tratamento de saúde, acho", afirma. Ao amigo com quem dividia o apartamento, com quem compartilhou o quarto em Harvard no tempo da gênese do Facebook e com quem deu a volta ao mundo em 2009 até parar em Singapura (o.k., não eram mochileiros), entregou 500000 dólares para os primeiros passos de uma empresa, a Anideo, que já faz games de sucesso e um agregador de vídeos. "Naquele tempo do começo do Facebook, eu jogava beisebol e tinha namorada, estava perto fisicamente mas longe no negócio, aí não fiquei rico", brinca Andrew Solimine, o segundo Andrew mais importante da vida de Saverin. O primeiro é o furacão Andrew, que em agosto de 1992 passou por Miami, devastador. "Fiquei fascinado, e, tendo já alguma informação científica, consegui ir até o olho do furacão, literalmente", conta Saverin.
Olho do furacão que não se compara, em força, ao vivido nas duas últimas semanas, depois que a imprensa divulgou sua renúncia à cidadania americana, supostamente para evitar os 15% de impostos sobre ganhos de capital — taxa que inexiste em Singapura e lhe poupou pelo menos 67 milhões de dólares. Acusaram-no até de ingrato e traidor, por não devolver aos Estados Unidos o que os Estados Unidos lhe deram. Saverin nega que tenha fugido do leão do imposto. "A decisão foi apenas baseada no meu interesse em trabalhar e viver em Singapura", diz. "Sou obrigado e pagarei centenas de milhões de dólares em impostos ao governo americano. Paguei e continua­rei a pagar as taxas devidas sobre tudo o que ganhei enquanto fui cidadão dos Estados Unidos." O pai, Roberto, a quem Eduardo tem como ídolo e mentor, revela novos detalhes dessa escolha: "Foi duro também para mim, que construí nova vida nos Estados Unidos, quando o Eduardo disse que teria de renunciar à cidadania. Fez isso não exatamente porque quisesse, mas porque não tinha alternativa, vivendo em Singapura. Toda movimentação financeira lá é mais restrita e burocratizada quando se tem o passaporte americano. Não havia outro caminho". E nos Estados Unidos, admite o pai, sobretudo depois do IPO do Facebook, "seria muita pressão para ele".
Saverin tende sempre a contemporizar, porque é de sua índole, mas também porque não é bobo, e uma palavra fora de lugar pode retornar como um bumerangue. Instado a comentar um dos e-mails enviados por Mark Zuckerberg a outro cofundador do Facebook, Dustin Moskovitz, revelado há poucos dias, Saverin não pisca nem mexe as grossas sobrancelhas, revelando algum incômodo. Escreveu Mark, em 2005: "Ele deveria criar a empresa, obter financiamento e fazer um modelo de negócios. Falhou em todos os três. Agora que eu não vou voltar para Harvard, não preciso me preocupar em ser espancado por bandidos brasileiros". A resposta de Saverin, agora: "Só posso falar bem do Mark, não tenho ressentimento algum; é admirável o foco dele desde o primeiro dia até hoje — foi um visionário, sempre soube que o Facebook só cresceria se mantivesse a ideia central, a de as pessoas se apresentarem verdadeiramente, sem pseudônimos. é a grande força do Facebook, o que permitiu transformá-lo em um instrumento de protesto, como no Egito, mas também de negócios, além do contato natural com amigos".
Personagem decisivo da ainda jovem trajetória das redes sociais, Saverin ensaia outro pulo, o dos meios de pagamento eletrônicos — cerne de alguns de seus investimentos mais pesados, entre eles uma extraordinária ideia de doação para entidades beneficentes do México por meio de cartão de crédito, sem burocracia. "O Eduardo não apenas é cofundador, mas também investidor e membro do board do negócio", diz Aldo Alvarez, o CEO do Aporta — eis o nome da inovação. "Ele não apenas entrou com o dinheiro crucial para iniciarmos a operação como contribuiu com um conhecimento tecnológico extraordinário."
Sempre modesto, Saverin parece não admitir a grandeza do que ajudou a erguer — o Facebook, ou Fakebook, depois das confusões acionárias da semana passada - e daquilo em que se transformou, globalmente. Acha que tem o gene do empreendedorismo porque o herdou dos avós. "Todos, sempre, acabamos fazendo alguma coisa", resume. Os pais conhecem essa admiração de Saverin pelo passado da família. Na semana passada, enviaram um e-mail para o filho. Ele resume, a um só tempo, esse olhar em busca das brechas de oportunidades — típico de Eugênio Saverin, o tecelão da Tip Top, o avô do Facebook — e o jeitão típico de uma família brasileira que foi para os Estados Unidos e viu o filho encaminhar fenomenais mudanças planetárias. Diz a mensagem, atrelada a uma foto: "Dudu. Seu avô Eugênio recebeu do então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, em 29 de maio de 2002, o título de Oficial da Ordem de Rio Branco, um título muito prestigioso que só é dado a pessoas que contribuíram para o desenvolvimento e o progresso do Brasil. Beijos, papai e mamãe". Dudu já tem uma vida cheia de história — e, no entanto, nasceu apenas em 1982, na franja da grande virada iniciada por Steve Jobs e Bill Gates e que culminaria na rede social de Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin, rede que do início ao fim da leitura desta reportagem terá recebido 29 milhões de "curtir".

terça-feira, 29 de maio de 2012

Como se destacar e ser cobiçado no Mercado

Atender as expectativas das empresas hoje requer qualidade, esforço e dedicação. E saber o que as empresas buscam num candidato hoje em dia ajuda na hora de listar o que melhorar em 2011. Por esse motivo, Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum e especialista em recolocação profissional, indica as principais qualidades em um trabalhador para que ele mantenha em alta a sua empregabilidade:

http://www.holdenrh.com.br/blog/630/1338208480.jpg


1. Capacitação técnica específica: esta continua sendo a principal e fundamental exigência. Se você não estiver apto a exercer bem a função que pleiteia, dificilmente conseguirá conquistar a vaga. Uma boa formação, cursos adicionais, experiência na função são importantes na hora de competir por uma vaga de trabalho.


2. Visão do todo: além de ser bom no que faz, é importante que você compreenda quais os impactos de sua parte sobre o todo. Ter uma visão global ajuda na comunicação em geral, tanto com pares como superiores ou subordinados.


3. Estar bem informado: vivemos hoje na sociedade da informação. Quem é munido de conteúdo sempre sai na frente. Nada melhor do que conversar com alguém que sabe o que está acontecendo sobre a função que exerce. Você deve ser o ponto de referência na empresa quando o assunto estiver relacionado à sua área. Agora, se puder também se informar sobre atualidades, economia, lazer, artes, esportes, Internet, negócios, entre outros assuntos, melhor ainda. Você se torna alguém bem mais aberto e com muito mais possibilidade de interagir com outros da companhia. Mas não se esqueça: o principal conhecimento que você deve ter é relacionado à sua área de atuação.


4. Facilidade com tecnologia: o computador e a Internet são hoje ferramentas fundamentais de trabalho e comunicação. Quem interage bem com estas tecnologias e tem familiaridade com elas tem uma grande vantagem competitiva.


5. Internet e redes sociais: quem navega bem na Internet e utiliza as redes sociais de maneira correta sabe como tudo isso pode ajudar para se informar, encontrar respostas e resolver problemas, e da mesma forma ganha pontos frente aos demais concorrentes.


6. Idiomas: num mundo cada vez mais globalizado, ter conhecimento de outro idioma é muito importante, principalmente o inglês. O Brasil ainda é um país que carece de pessoas que tenham domínio sobre outras línguas. Quem tem conhecimento em inglês e espanhol tem ainda mais vantagens. Mas lembre-se: saber bem o nosso português, por mais óbvio que seja, faz muita diferença.


7. Educação continuada: workshops, cursos de curta duração, palestras e pós-graduação, entre outros, sempre será algo valorizado pelas companhias. Mas não aja de modo a apenas colecionar diplomas. Conhecimento é muito valioso, portanto empenhe-se e realmente aproveite as oportunidades para aprender e crescer como pessoa e profissionalmente.


8. Trabalho voluntário: ter no currículo experiências como voluntário mostra que você é um profissional preocupado com valores importantes. Ações como essa não são apenas bem vistas no âmbito profissional, mas amadurecem o ser humano.


9. Elegância e cordialidade: essas qualidades podem ser mostradas em diversos aspectos – na maneira de se vestir, em como falar, nas atitudes. Ser elegante e cordial sempre atrai. Tais características ajudam a conquistar e demonstram maturidade e simpatia. Todos querem estar ao lado de pessoas agradáveis.


10. Bons valores: caráter e valores têm sido mais valorizados pelos recrutadores. Às vezes são naturais e nascem com a pessoa, são do interior dela, outras vezes são aprendidos em casa, mas também podem ser cultivados através da percepção e da valorização correta destas qualidades. Qualquer que tenha sido a forma de absorvê-los, o importante é ter bons valores. Com eles você se torna não apenas um bom profissional, mas um ser humano exemplar e de bem com a vida.

Via: holdenrh.com.br

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Conheça o Samsung Galaxy S II Lite

Post image for Review: Samsung Galaxy S II Lite

O Samsung Galaxy S II Lite (GT-I9070) faz parte do nicho dos smartphones intermediários: bom desempenho, bons recursos, mas nada assim um “topo de linha”-, mas também não é um Android ultrabásico. Dá para definir como “faz bastante e cabe no bolso”.
Serve bem para quem precisa acessar a internet e os serviços do Google e redes sociais sem se preocupar em gastar um montão de dinheiro: o valor sugerido de R$ 999 desbloqueado não significa os prováveis R$ 1.800 ou mais do novo Galaxy S III, mas também não quer dizer que é um aparelho de R$ 499, como um LG Optimus L3.
Na mão, o Galaxy S II Lite lembra seu irmão maior e mais velho, o Galaxy S II, com pequenas modificações.

Hardware:
O Galaxy S II Lite traz um processador dual-core de 1 GHz, 8 GB de armazenamento interno, câmera traseira de 5 megapixels com flash LED, tela de 4″ Super AMOLED (480 x 800). Se comparado com o Galaxy S II, isso significa menos processamento (1,2 GHz no S II), menos armazenamento (16 GB) câmera de resolução menor (8 megapixels) e tela menor (4,3″).
Apesar de o design frontal ser bastante parecido…

Visto por trás, o S II Lite é bem diferente, com a câmera protuberante na traseira.

Mas o S II Lite tem um detalhe de design mais interessante: a tela curva. Parece mais que a tela tem uma curvatura e a parte inferior do aparelho é mais grossa, como dá para ver com o aparelho de lado:


Ou de frente:

Tirando a tampa da bateria, nada além do normal: bateria de 1500 mAh, entrada para SIM card convencional e um slot para expansão de memória com cartões microSD.

E a câmera vista mais de perto:

Interface e aplicativos pré-instalados:
O Samsung Galaxy S II Lite é vendido com a versão 2.3.6 “Gingerbread” do sistema operacional Android, com  conta com a customização TouchWiz.
Os aplicativos pré-instalados incluem o básico do Google (Talk/
Market
Play Store/Gmail/Mapas/Google+), e merecem destaque o pacote Polaris Office (para abrir/editar arquivos do Office), roteador Wi-Fi (simples e fácil de usar), Editor de Fotografias, Kies Air (para sincronizar dados com o computador usando o Wi-Fi e que dá erro constante de falta de Java, apesar de ter Java instalado no computador), um pouco de crapware da TIM (busca, esportes, games – já que a TIM foi a primeira a vender o aparelho com exclusividade).
O Flipboard, exclusivo do Galaxy S III e que já vazou, roda também que é uma beleza ;)

Recursos comuns ao Galaxy S II no software incluem o gerenciamento de tarefas, economia de energia, controle de dados (ligar e desligar) e o suporte nativo (yay!) a formatos de vídeo, incluindo MP4 (abaixo) e AVI (rodou bem até nossa amostra de Big Buck Bunny em 720p).

A câmera é OK, nada demais, se encaixa no clássico modo “fotos incríveis de dia com luz boa, fotos borradas à noite “. Mas em modo noturno você pode ter alguma sorte com luz boa e mão firme:

Tem uma galeria de fotos na nossa página no Facebook.
Vídeos vão até 720p de resolução – e vale a mesma máxima da câmera fotográfica: bom de dia, ruim à noite. Qualidade 1280 x 720 máxima.




Desempenho
Nos benchmarks padrão do Android, o Galaxy S II Lite tem um baita desempenho bom, mesmo com configurações um pouco mais básicas que o Galaxy S II (nossa referência em smartphones Android, descontando o foblet). Olha só:
- Vellamo Browser (navegador): 832 pontos // 968 pontos no Galaxy S II
- Quadrant Standard Edition (desempenho): 2.857 pontos // 2.959 pontos no Galaxy S II
- AnTuTu Benchmark (desempenho): 5.159 pontos // 5.660 pontos no Galaxy S II
- NenaMark 1 (vídeo): 56,6 quadros por segundo // 59,8 quadros por segundo no Galaxy S II
- NenaMark 2 (vídeo):  36.4 quadros por segundo // 44,1 quadros por segundo no Galaxy S II

Bateria: em um dia de uso intenso (3G, GPS, e-mail, ligações,, Twitter, Foursquare, Facebook, Internet, SMS, música), a bateria levou 9 horas para atingir o nível de 20%. Número bastante interessante para um aparelho que tem um ótimo sistema de gerenciamento de energia (abaixo de 50% você pode desligar 3G, Wi-Fi, sincronizações, brilho etc.). E nada a reclamar sobre o telefone: boa qualidade de som para fazer e receber ligações.

Conclusões
O Samsung Galaxy S II Lite não é o Galaxy S II, mas isso não é um problema. Tem menos recursos para ter um melhor preço com um desempenho parecido. O único ponto que me incomoda aqui é que, com a chegada em junho do Galaxy S III, provavelmente o preço do S II deve baixar para algo em torno de R$ 1.200 e, entre os dois, a escolha certa é o Galaxy S II. Também ainda falta a Samsung responder se o S II Lite vai ter atualização para o Android 4.0 (que já está disponível para o S II, por sinal).
Com quem o S II Lite concorre? Com o Huawei Honor e possivelmente com o LG Optimus L5 e o HTC One V, que ainda não foram lançados.

Via: http://ztop.com.br/

quinta-feira, 24 de maio de 2012

6 características de um líder com verdadeiro pensamento estratégico




1. Antecipar
A maioria do foco da maioria das empresas está no que está logo em frente. Os líderes faltam “visão periférica”. Isso pode deixar a empresa vulnerável a concorrentes que detectem e ajam em outras oportunidades.
Para antecipar bem, você precisa:
  • Buscar informações que podem revolucionar o seu setor
  • Ir além das fronteiras atuais do seu negócio
  • Criar redes de contato que te ajudem a entender melhor o horizonte

2. Pensar de forma crítica
A “sabedoria popular” diminui o risco de você ser questionado. Porém, se você aceitar o que já foi provado, sua empresa perde vantagem competitiva. Pensadores críticos questionam tudo.
Para dominar essa habilidade você precisa se forçar a:
  • Analisar profundamente problemas para achar as causas
  • Desafiar crenças e formas de pensar, incluindo as suas
  • Identificar quando há hipocrisia, manipulação e pré-julgamentos nas decisões organizacionais

3. Interpretar
Ambiguidade é agoniante. Quando a vemos, é tentador buscar uma solução rápida e provavelmente errada. Um líder estratégico sabe ser frio e organizar informações de fontes diferentes antes de criar um ponto de vista.
Para ficar bom nisso, você precisa:
  •  Buscar padrões em diversas fontes de dados
  • Encorajar os outros a fazer o mesmo
  • Testar premissas atuais e testar diversas hipóteses ao mesmo tempo

4. Decidir
Muitos líderes são vítimas da “paralisia por análise”. Você precisa desenvolver processos para chegar a uma posição “boa o suficiente”.
Para fazer isso, você precisa:
  • Analisar o que realmente é importante na decisão
  • Equilibrar velocidade, rigor, qualidade e agilidade. Deixe a perfeição para os divinos
  • Tomar uma decisão mesmo com informações incompletas e visões diversas

5. Alinhe
Consenso é raro. Um líder estratégico precisa estimular o diálogo, criar confiança e engajar as partes, especialmente quando as visões divergem.
Para fazer isso, você precisa:
  • Entender o que motiva as pessoas, incluindo o que não é óbvio
  • Trazer as diferenças para a superfície, mesmo quando não é confortável
  • Avaliar tolerância a risco e construir o suporte necessário

6. Aprender
Conforme sua empresa cresce, feedback sincero fica cada vez mais difícil. Você precisa fazer o possível para mantê-lo.
Isso é crucial, já que sucesso e fracasso (especialmente o fracasso) são fontes de grande valor para o aprendizado organizacional.

Veja o que você precisa fazer:
  • Encorajar e servir de exemplo sobre sinceridade na hora de avaliar lições aprendidas
  • Mudar rapidamente o caminho quando perceber que está incorreto
  • Celebrar tanto o  sucesso quando falhas (bem intencionadas) que tragam aprendizados



quarta-feira, 16 de maio de 2012

As 3 diferenças entre a pessoa produtiva e a pessoa ocupada

Uma frase extremamente comum no mundo corporativo é “Não tenho tempo para nada!”. Como fã da democracia, eu sou obrigado a discordar! O tempo é um dos poucos recursos que todas as pessoas têm, igualmente.
Por outro lado, a forma que você aproveita as suas 24 horas, aí sim são outros 500.
Se está entre as pessoas que “não tem tempo pra nada”, confira abaixo algumas diferenças de postura que podem te levar a um dia-a-dia muito mais produtivo.
Mesmo apagar incêndios pode ser feito sem desespero
1. Ocupar o tempo vs. aproveitar o tempo
Existe uma coisa chamada Lei de Parkinson, que diz que “O trabalho se expande para preencher o tempo disponível para ser concluído”. Ou seja, se você fala pra uma pessoa ocupada “Você tem até tal hora para entregar algo”, essa pessoa dará um jeito de ocupar essas horas, mesmo que o prazo esteja extremamente folgado.
Por outro lado, as pessoas produtivas pensam “Preciso entregar essa tarefa. Vou dar um jeito de aproveitar as horas que tenho e entregar o máximo possível”.
Com esses pensamentos diferentes, dificilmente uma pessoa ocupada entregará algo antes do prazo. Em compensação, a pessoa produtiva está sempre pensando em formas de entregar além do esperado.
2. Fazer o que acontece vs. fazer acontecer
Uma pessoa “ocupada” se distrai muito fácil. Isso acontece porque sem um objetivo claro, qualquer interrupção parece relevante e o que é importante mas não é urgente fica sempre deixado pra depois.
A pessoa produtiva sabe que precisa alcançar um objetivo importante. Tudo que não estiver relacionado com esse objetivo deve ser ignorado até o objetivo seja alcançado.
Faz sentido imaginar um piloto de F1 checando o Facebook a cada 5 minutos durante a corrida? Por que faria pra você?
3. Seguir as regras vs. criar as regras
Pessoas sem postura produtiva normalmente recebem uma sequência de tarefas e saem executando sem entender muito bem o porquê. Isso tira a motivação e aumenta muito a dificuldade da tarefa.
Em compensação, pessoas produtivas fazem questão de entender exatamente onde precisam chegar. A partir disso, elas conseguem criar seus próprios planos e executá-los de maneira eficiente.
Conclusão: Produza ou descanse, enrolação é desperdício
Que fique bem claro, trabalhar 37 horas por dia dificilmente é a coisa mais produtiva a se fazer. Assim como qualquer máquina, o corpo humano precisa de manutenção e se você não tiver momentos para descansar, uma hora a máquina quebra.
Por isso, não tem problema algum checar Facebook, tirar um cochilo ou levantar pra tomar uma água, desde que seja num momento em que você esteja conscientemente descansando.
Via: http://www.saiadolugar.com.br/

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Facebook está fazendo App Center, loja de apps para iOS, Android e web

Facebook está fazendo App Center, loja de apps para iOS, Android e web


O Facebook anunciou que está preparando uma nova loja de apps chamada App Center. Ela permitirá aos usuários do Facebook baixar apps em quase qualquer plataforma – Facebook, web, iOS e Android. Ela não quer concorrer com a App Store e o Google Play: quer apenas deixá-las mais sociais.
Bem, pelo menos o Facebook anunciou uma série de regras para um app (ou webapp) aparecer no App Center: só vão entrar se tiverem avaliação alta e forte engajamento dos usuários – senão, nem serão listados. Os apps precisam usar o Facebook Login, e deixar bem claro quais permissões o app vai precisar (como acessar seu perfil).
A ordem dos apps no App Center será diferente para cada usuário. Não depende apenas do número de downloads: também considera sua avaliação, e quais seus amigos mais usam – é uma app store mais social.


E, de acordo com o Facebook: "a partir da App Center móvel, os usuários poderão navegar entre apps compatíveis com o dispositivo, e se um app precisar de instalação, eles serão levados para baixar o app na App Store ou no Google Play". Ou seja, a ideia é complementar as app stores, não concorrer contra elas. Vale lembrar que webapps e sites também estarão disponíveis na loja. Desenvolvedores já podem criar páginas no Facebook para seus apps.
E o que o Facebook ganha com isso? Ué, dinheiro: o App Center permite apps pagos e compras com Créditos do Facebook. Assim a Rede Social conseguiria faturar sem usar propagandas. Isto, aliado ao Instagram, compõe a atual estratégia móvel do Facebook. Só espero que deem mais um passo e melhorem a experiência, hoje ruim, no app e webapp do celular.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

8 Profissões que Prometem Emprego Garantido

Muitas pessoas pensam em uma profissão vendo apenas o retorno financeiro e as oportunidades de trabalho. Claro que isso deve ser levado em conta, mas não é tudo. Nem sempre uma profissão que está em alta hoje permanecerá daqui a 10 anos. Além disso, não é garantido que uma carreira de prestígio trará o dinheiro esperado. Entretanto, com base no mercado e suas necessidades é possível prever quais serão as profissões que deslancharão no País. Confira abaixo oito áreas que prometem ser promissoras:




Agronegócio


O setor é muito amplo, visto que abrange todas as atividades e empresas ligadas à produção de grãos e alimentos. A indústria de máquinas agrícolas, fertilizantes e rações e as próprias plantações fazem parte dessa gama de oportunidades que os profissionais podem atuar. Com o aumento da população mundial a busca por alimentos será maior e, portanto, o Brasil promete se destacar como um grande produtor de alimentos. Com isso, os formados em Agronomia, Engenharia Agrícola, Zootecnia, Engenharia de Alimentos, Medicina Veterinária e Engenharia de Pesca prometem ter mais oportunidade de trabalho.


Construção Civil


O setor está aquecido tanto pelo investimento de obras feito pelo governo por meio do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) quanto pela escolha do Brasil como o país para sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Portanto, a necessidade de profissionais qualificados para atuar no mercado aumentará. Uma boa chance para os graduados em Engenharia Civil, Arquitetura, Urbanismo, Construção de Edifícios, Engenharia de Agrimensura, Engenharia Hídrica e Logística e Transportes.


Energia

Para crescer qualquer país precisa de energia. As duas principais fontes hoje são petróleo e fontes de energia renováveis. Com a descoberta da camada pré-sal, que promete deixar o Brasil na lista dos dez países com maior reserva do planeta, novas oportunidades surgirão. A busca por fontes de energia limpa também promete aquecer o setor, visto que todos os países buscam não depender mais do petróleo, fonte de energia que libera muitos gases poluentes. Profissionais aptos para buscar novas maneiras e utilizar as já existentes serão necessários. Haverá vagas para os graduados em Geologia, Biocombustíveis, Produção Sucroalcooleira e Mineração, Petróleo e Gás e em engenharias como de Petróleo, de Segurança do Trabalho, de Produção e Química.


Ensino

Com o aumento do poder de consumo da população não apenas é apenas o comércio que fica aquecido, mas a educação também. Com isso, novas oportunidades são criadas para os formados em cursos como Pedagogia, Ciências Biológicas, Geografia, História, Matemática, Letras e outras licenciaturas. Dois segmentos precisarão de funcionários, tanto a formação de professores quanto profissionais para desenvolver e fornecer novos serviços educacionais, especialmente para educação a distância.


Meio Ambiente

O tema está em pauta na grande maioria das empresas que com o tempo passaram a buscar o desenvolvimento sustentável. Essa modalidade de negócio pretende que a natureza seja explorada de forma consciente e responsável e consiga gerar riquezas às empresas, que precisam dos materiais disponíveis no ambiente. A área cresce e o profissional que estiver inserido nesse cenário poderá ajudar empresas a se adequarem nesses padrões, controlar a poluição e elaborar formas de reaproveitar os resíduos produzidos. Profissionais graduados em cursos como Química, Biotecnologia, Engenharia Hídrica, Engenharia Florestal, Engenharia Ambiental, Ecologia, Ciências Biológicas e Gestão Ambiental terão chance nessa área.


Negócios

Os estudantes dos cursos de Administração, Ciências Econômicas, Comércio Exterior, Relações Internacionais, Gestão de Recursos Humanos e Marketing têm vagas de estágio para escolher. O motivo de todas as empresas procurarem por estudantes ou graduados nesse curso é decorrente da globalização, que fez com que todas as companhias necessitassem de pessoas capazes de cuidar dos negócios e se comunicar com o mundo inteiro.


Tecnologia

A inovação e a competitividade entre as empresas fazem com que a demanda por profissionais que lidem com tecnologia e informática só aumentem. O ritmo com que novas ferramentas e necessidades surgem não é tão rápido quanto o de profissionais que se formam no mercado. Portanto estudantes graduados em cursos como Sistemas de Informação, Gestão de Tecnologia da Informação, Engenharia de Telecomunicações, Rede de Computadores, Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Engenharia da Computação tem oportunidades garantidas.


Saúde


A preocupação com a qualidade de vida só aumenta, assim como a expectativa de vida no país. A procura por profissionais especializados em cuidado com os idosos tende a aumentar bem como novos produtos e serviços para a população preocupada em envelhecer com qualidade. O setor público está carente de mão de obra e com o aumento do poder de compra mais pessoas buscam planos de saúde, o que aquecerá a área também. Haverá oportunidades para graduados em Medicina, Gerontologia, Educação Física, Esporte e Lazer, Fisioterapia, Nutrição, Fonoaudiologia, Musicoterapia, Naturologia, Enfermagem e Farmácia.

Via: http://www.holdenrh.com.br